Redes sociais x produtividade. Como diminuir o uso sem acabar coma diversão?

Redes Sociais | 10 Comentários

Um velho debate ronda as redes sociais há anos: sites como Facebook, Orkut, Twitter e YouTube, por exemplo, diminuem a produtividade? Sim, isso pode ser verdade, mas como um empresário pode resolver este problema em sua empresa?

Bloquear todos os sites pode ser uma solução, mas saiba que alguns de seus funcionários poderão perder mais tempo tentando burlar o bloqueio, do que se você tivesse liberado. Portanto, este é um problema complexo, mas um aplicativo para o sistema operacional Mac pode acabar com os conflitos.

O Obtract mapeia e identifica as atividades mais distrativas de cada funcionário. Assim, sempre que ele for realizar esta atividade, o aplicativo só deixa o acesso ser concluído se o funcionário realizar alguns puzzles.

O mais legal é que os games se tornam cada vez mais difíceis na medida em que a pessoa mais acessa determinado site. Em linhas gerais, quanto mais o funcionário acessar o Facebook, mais complexos são os puzzles. Além disso, depois de resolver o problema, o Obtract fornece alguns minutos de distração, depois disso, ele trava e oferece um novo desafio.

É ou não é uma ideia genial? Assim, o dono da empresa não fica como vilão e o funcionário sabe que está perdendo tempo demais com atividades distrativas.

O problema é que ele funciona só em Mac, mas vale ficar de olho para saber se não sai uma versão para Windows e Linux. Mais informações no site do Obtract.

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  1. É indiscutível a complexidade deste problema, que é também uma tendência inevitável, a necessidade das empresas se modernizarem e utilizarem estas ferramentas como pesquisa de mercado e desenvolvimento da inovação, é um soco no baço de empresa familiares de hierarquia autocrática, porém, estes também precisam acordar e compreender que isto não é mais coisa do futuro, mas sim do presente.
    O problema é o mau uso assim como qualquer outra ferramenta, palestras sobre educação dos empregados para conscientização dos riscos, pode resolver o problema e deixar alertado os mais abusados.
    Quanto a quedas de produção, podem ocorrer em nível mais drástico se o empregado se sentir um prisioneiro do emprego, doenças profissionais e falta de motivação.
    É tudo uma questão de bom senso e controle…

  2. É indiscutível a complexidade deste problema, que é também uma tendência inevitável, a necessidade das empresas se modernizarem e utilizarem estas ferramentas como pesquisa de mercado e desenvolvimento da inovação, é um soco no baço de empresa familiares de hierarquia autocrática, porém, estes também precisam acordar e compreender que isto não é mais coisa do futuro, mas sim do presente.
    O problema é o mau uso assim como qualquer outra ferramenta, palestras sobre educação dos empregados para conscientização dos riscos, pode resolver o problema e deixar alertado os mais abusados.
    Quanto a quedas de produção, podem ocorrer em nível mais drástico se o empregado se sentir um prisioneiro do emprego, doenças profissionais e falta de motivação.
    É tudo uma questão de bom senso e controle…

  3. Camila,

    Muito legal o post. Eu trabalhei em uma agência onde a pessoa que sentava ao meu lado ficava o tempo todo lendo o site do jornal O Globo, enquanto alguns faziam freela na agência no tempo vago. Eu achava um absurdo, mas era o único que pensava dessa forma. O tema é realmente bem complexo. Cabe à empresa monitorar o comportamento de seus funcionários nas redes sociais, ou os profissionais é que deveriam procurar entender que certos tipos de comportamento podem afetar negativamente a imagem da empresa perante o mercado?

    1. Oi Alex.

      Acho que cabe ao profissional ter bom senso e se colocar no lugar do patrão, pois ele está sendo pago para realizar determinada tarefa e eticamente, ela deve ser cumprida. Porém, cada empresa arruma estratégias para conter o funcionário, seja com o estabelecimento de funções, seja proibindo o acesso. Mas, cada um sabe de suas obrigações e, por mais que não pareça, acho que muitos chefes estão vendo, mesmo que não pareça.

      Abraços.

      1. Na verdade, há um grane paradoxo nessa questão. Por um lado temos o desenvolvimento de uma tecnologia da comunicação que, em tese, deveria beneficiar a todas as pessoas, esteja ela no local de trabalho ou fora dele. Pela incompetência dos administradores e também pela ganância das empresas, que não abrem mão da exploração do ser humano até os seus últimos milésimos de segundos de vida útil, vão pelo caminho mais fácil: a proibição. Não vêem que uma tarefa que no passado requeria 10 funcionários, na atualidade necessita apenas de algumas horas de um funcionário treinado. As empresas deveria facilitar ao invés de probir o acesso. Tratam seus funcionários como a uma máquina, que tem interruptor. Liga e desliga ! Iriam ganhar com isso ! A produtividade é uma medida muito relativa. São muitos outros fatores que devem ser levados em conta. A qualidade de vida é um deles. Se continuarem com essa proibição, todos os funcionários irão virar analfabetos virtuais e não terão a mínima chance de usufrir desses fantástico desenvolvimento tecnológico que, infelizmente, somente trará lucro para poucos gananciosos!

  4. Camila,

    Muito legal o post. Eu trabalhei em uma agência onde a pessoa que sentava ao meu lado ficava o tempo todo lendo o site do jornal O Globo, enquanto alguns faziam freela na agência no tempo vago. Eu achava um absurdo, mas era o único que pensava dessa forma. O tema é realmente bem complexo. Cabe à empresa monitorar o comportamento de seus funcionários nas redes sociais, ou os profissionais é que deveriam procurar entender que certos tipos de comportamento podem afetar negativamente a imagem da empresa perante o mercado?

    1. Oi Alex.

      Acho que cabe ao profissional ter bom senso e se colocar no lugar do patrão, pois ele está sendo pago para realizar determinada tarefa e eticamente, ela deve ser cumprida. Porém, cada empresa arruma estratégias para conter o funcionário, seja com o estabelecimento de funções, seja proibindo o acesso. Mas, cada um sabe de suas obrigações e, por mais que não pareça, acho que muitos chefes estão vendo, mesmo que não pareça.

      Abraços.

      1. Na verdade, há um grane paradoxo nessa questão. Por um lado temos o desenvolvimento de uma tecnologia da comunicação que, em tese, deveria beneficiar a todas as pessoas, esteja ela no local de trabalho ou fora dele. Pela incompetência dos administradores e também pela ganância das empresas, que não abrem mão da exploração do ser humano até os seus últimos milésimos de segundos de vida útil, vão pelo caminho mais fácil: a proibição. Não vêem que uma tarefa que no passado requeria 10 funcionários, na atualidade necessita apenas de algumas horas de um funcionário treinado. As empresas deveria facilitar ao invés de probir o acesso. Tratam seus funcionários como a uma máquina, que tem interruptor. Liga e desliga ! Iriam ganhar com isso ! A produtividade é uma medida muito relativa. São muitos outros fatores que devem ser levados em conta. A qualidade de vida é um deles. Se continuarem com essa proibição, todos os funcionários irão virar analfabetos virtuais e não terão a mínima chance de usufrir desses fantástico desenvolvimento tecnológico que, infelizmente, somente trará lucro para poucos gananciosos!

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